quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Se nos anos 80 o celular fosse popular, o que seria do Cujo?

Gosto muito do Stephen King. O cara é o mestre do terror.
Algum de vós já assistiu ao Cujo?
É um filme bem TENSO, porque é daqueles que você sabe que, embora tenha todas as tintas da arte do cinema, poderia acontecer "na vida real". Ui, que medo!
O filme é baseado no livro homônimo de Stephen King, o qual, diga-se, é muito mais trágico, e bem mais assustador.
É a historia de um doce São Bernardo, chamado Cujo, que, após ser mordido por um morcego e ser contaminado por raiva, vira o capeta! Quem mandou não vacinar o bichinho?
Imagina um cachorro de, sei lá, 60kg-70kg, totalmente furioso? Com certeza, pode atacar um adulto e levá-lo a morte. E ele ataca, como ataca!!!
Mas, bem, assistindo ao filme, nas cenas finais, uma mulher e seu filho ficam presos dentro de um Ford Pinto amarelo (que pitoresco, né?), com o Cujo cercando-os do lado de fora, batendo no carro, quebrando os vidros, arrancando a maçaneta, e os coitados presos, indefesos e... INCOMUNICÁVEIS!!!! ELES NÃO TINHAM UM CELULAR!!!
Se Cujo fosse filmado nos dias atuais, no mínimo, a linha do celular deveria ser fornecida por uma daquelas operadoras maravilhosas que nunca têm sinal em lugar nenhum, ou o celular ficaria sem bateria, essas coisas.
Do contrário, uma ligação resolveria tudo, ou várias...
Se fosse no Brasil, várias, né? Já experimentou ligar para a Brigada Militar e contar que você está em apuros? Vai demorar para surgir alguém...
Bombeiros, então, iriam fazer o que fizeram comigo quando pedi ajuda para resgatar meu gato de cima de uma grade: "Moça, a Petrobrás está pegando fogo, se eu for tirar o seu gato da grade, todos nós vamos explodir". FALA SÉRIO! Cujo no Brasil, sim, seria assustador: um celular fora da área de cobertura, e, quando o sinal pega, ninguém vem te resgatar! Vai virar papá de au-au, galera!hahahahah!
Porém, desde que o Cujo passou a fazer parte do meu repertório cinéfilo, passei a respeitar meu celular. Como pude viver tantos anos sem você, maravilha da comunicação?
Um viva ao celular e a vacina anti-rábica!

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